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03 novembro 2010
Stereomood
Hoje choveu em Buenos Aires essa chuva de verão gostosa que não molha, só refresca. Voltei pra casa cantando e feliz, e liguei o computador para ouvir alguma música animada enquanto arrumava a casa. A gente as vezes se cansa das próprias músicas guardadas e repetidas dia-a-dia dos nossos arquivos, e por isso resolvi escutar um pouquinho de tudo, nesse site ge-ni-al que se propõe a seguir nossas emoções com músicas. Eles te sugerem uma série de etiquetas (tags) que categorizam diferentes emoções, situações diárias, ou mesmo... tempos climáticos! E hoje acabei descobrindo que "it's raining" é uma das melhores set list dessa "radio emocional", pelo menos pro meu humor de agora. Provem que é uma delicia ;)
31 agosto 2009
House of the rising sun
O autor é desconhecido. Dizem que a gravação mais antiga é de 1933, de um músico que diz ter aprendido de seu avô. Outros tantos músicos de outras regiões já conheciam e tocavam essa canção. Da época da cultura oral.
Escolha a sua.
26 agosto 2009
23 agosto 2009
A zamba – não confunda com o samba de nossa terra – é um gênero musical de ‘baile’ do folclore argentino. Da região da Tarija e Sta Cruz. É ali, já com meio pé dentro da Bolívia.
O ritmo é motivo de controvérsia por essas bandas de “acá”. Tem gente que diz que é em 6 por 8. Mas há quem diga que é um ritmo mixto, com a base em 3 por 4 e a melodia em 6 por 8.
Tem, ainda, uma variante da zamba chamada de “campera” – por serem bailadas dentro de umas barraconas, las tiendas de campaña. A campera tem um ritmo mais stacatto e ligeiro que a zamba comum. Lembra um pouco a chacarera, outro ritmo muito forte daqui e, uma vez que se costuma tocar com o bandoneón, também lembra um pouco a maneira como se toca o chamané, que é um terceiro ritmo folclórico.
O ritmo é motivo de controvérsia por essas bandas de “acá”. Tem gente que diz que é em 6 por 8. Mas há quem diga que é um ritmo mixto, com a base em 3 por 4 e a melodia em 6 por 8.
Tem, ainda, uma variante da zamba chamada de “campera” – por serem bailadas dentro de umas barraconas, las tiendas de campaña. A campera tem um ritmo mais stacatto e ligeiro que a zamba comum. Lembra um pouco a chacarera, outro ritmo muito forte daqui e, uma vez que se costuma tocar com o bandoneón, também lembra um pouco a maneira como se toca o chamané, que é um terceiro ritmo folclórico.
13 agosto 2009
Falando nisso, ouvindo nisso - JAZZ
Esse post de estréia da nossa nova companheira Natalia (bienvenida) se tratou de uma boa coincidência para mim. há tempos que quero postar algo sobre Jazz.
Passei a escutar esse ritmo (estilo, gênero, não sei como chamar) depois de começar a estudar música, foi quando descobri que não se tratava de um bicho tão difícil de se desfrutar. Em muitos casos, normalmente nas composições que mais adimiro ou que consigo assimilar alguma coisa, a simplicidade estrutural é marcante. Aqui um exemplo:
SO WHAT – Miles Davis Quintet
gravado em 2.4.1959 em New York com orquerstra do Gill Evans (click aqui para ver toda a apresentação∆)
antes de o miles começar o seu solo há uma introdução, nela fica facilmente percepitível atraves, por exemplo, da melodia do baixo, a "fórmula" da música. Ela pode ser representada assim: A A B A , sendo os dois primeiros "as" e o último "a" iguais e o "b" ligeiramente diferente – assim como são estruturadas as poesias quanto a rima ou métrica sabe?... essa estrutura se repete por toda a música, não muda nunca, como no blues!, sendo cada AABA chamado de um "chorus" (voce pode continuar cantarolando a melodia que faz o baixo no chorus de introdução durante o resto da música que vai sempre casar perfeitamente com o improviso dos caras, isso porque eles não se desconcentram e mantém a estrutura do inicio ao fim... repare na concentração estampada na face dos músicos, concentração é o segredo). Nessa apresentação o "roteiro" da música foi o seguinte... veja se consegue acompanhar:
1 chorus (aaba) - introdução Paul Chambers baixo +
2 chorus de solo do Miles Davis trompete +
2 chorus de solo do John Coltrane sax +
2 chorus de solo Wynton Kelly piano (repare que quando começa o segundo chorus desse solo o miles volta e faz comentários) +
2 chorus de solo do miles
1 chorus igual a introdução... daí pra acabar o baixista continua o tema, agora sem o "b", até acabar com uma triade maior... aqui vai:
Pode parecer difícil, mas não é tanto, basta a ficha cair, basta conseguir descobrir a duração de um chorus (córus)... o Jazz era musica popular, assim como o chorinho por aqui em brasilis!
...
olha aqui outra versão da mesma música, essa mais rapida e mais dificil de se compreender... Jazz - a mesma musica nunca igual... IMPROVISO
continua...
Passei a escutar esse ritmo (estilo, gênero, não sei como chamar) depois de começar a estudar música, foi quando descobri que não se tratava de um bicho tão difícil de se desfrutar. Em muitos casos, normalmente nas composições que mais adimiro ou que consigo assimilar alguma coisa, a simplicidade estrutural é marcante. Aqui um exemplo:
SO WHAT – Miles Davis Quintet
gravado em 2.4.1959 em New York com orquerstra do Gill Evans (click aqui para ver toda a apresentação∆)
antes de o miles começar o seu solo há uma introdução, nela fica facilmente percepitível atraves, por exemplo, da melodia do baixo, a "fórmula" da música. Ela pode ser representada assim: A A B A , sendo os dois primeiros "as" e o último "a" iguais e o "b" ligeiramente diferente – assim como são estruturadas as poesias quanto a rima ou métrica sabe?... essa estrutura se repete por toda a música, não muda nunca, como no blues!, sendo cada AABA chamado de um "chorus" (voce pode continuar cantarolando a melodia que faz o baixo no chorus de introdução durante o resto da música que vai sempre casar perfeitamente com o improviso dos caras, isso porque eles não se desconcentram e mantém a estrutura do inicio ao fim... repare na concentração estampada na face dos músicos, concentração é o segredo). Nessa apresentação o "roteiro" da música foi o seguinte... veja se consegue acompanhar:
1 chorus (aaba) - introdução Paul Chambers baixo +
2 chorus de solo do Miles Davis trompete +
2 chorus de solo do John Coltrane sax +
2 chorus de solo Wynton Kelly piano (repare que quando começa o segundo chorus desse solo o miles volta e faz comentários) +
2 chorus de solo do miles
1 chorus igual a introdução... daí pra acabar o baixista continua o tema, agora sem o "b", até acabar com uma triade maior... aqui vai:
Pode parecer difícil, mas não é tanto, basta a ficha cair, basta conseguir descobrir a duração de um chorus (córus)... o Jazz era musica popular, assim como o chorinho por aqui em brasilis!
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olha aqui outra versão da mesma música, essa mais rapida e mais dificil de se compreender... Jazz - a mesma musica nunca igual... IMPROVISO
continua...
23 novembro 2008
Recife à Revelia
Frevo n.2 de Recife
Neste dia Bethânia tinha 21 anos. Era como se fosse uma amiga nossa...
Neste dia Bethânia tinha 21 anos. Era como se fosse uma amiga nossa...
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