30 abril 2010
Я очень рад, ведь я, наконец, возвращаюсь домой - ou - Estou muito feliz porque finalmente estou voltando para casa
29 abril 2010
SP-ARTE
28 abril 2010
Vejam!
27 abril 2010
gordon matta-links
http://barkwall.wordpress.com/gordon-matta-clarks-building-dissections/
Gordon Matta-Clark’s Building Dissections
entrevista de matta-clark à donald wall
http://www.tate.org.uk/research/tateresearch/tatepapers/07spring/attlee.htm
Towards Anarchitecture: Gordon Matta-Clark And Le Corbusier
texto de James Attlee no site da tate...
http://www.mam.org.br/2008/portugues/exposicaoDetalhes.aspx?id=91
De lápis em punho
Entrevista com Jane Crawford no site do mam
21 abril 2010
KARINA BUHR
http://www.karinabuhr.com.br/
20 abril 2010
premio para ZERO AO CUBO
pena que nao colocaram o link pro blog:
http://g1.globo
lembrando que as fotos estão no meu flickr! click na imagem abaixo pra sacar todas!:
17 abril 2010
Villa Ruiz - documentário?
Villa Ruiz - legendado from Lorena Pazzanese on Vimeo.
Depois de tanto envolvimento com os moradores de Villa Ruiz, nos sentiamos responsáveis em entregar a eles um material ao nível do que eles mesmo esperavam de nós quando toparam contribuir para o projeto. Assim que, para "agradar as expectativas" daqueles que nos ajudaram, fizemos uma nova versão do video, incluindo e retirando partes que, a nosso ver, eram aquelas que correspondiam ao que eles esperavam ver de si mesmos num filme sobre, afinal, eles mesmo.
Mas ficaram as questões, é válido julgar por própria conta e assim causar uma separação entre o que esperam o público e a crítica, para terminar em manipular os resultados do produzido em função de um e do outro? Nos seguimos por aqueles que queremos agradar, e quando queremos agradar aos dois e são incompatíveis entre si? Cinema de público e de crítica não podem ser vistos ou verem de uma mesma maneira? São as grandes obras aquelas que logram agradar a ambos?
15 abril 2010
14 abril 2010
11 abril 2010
Nuno Ramos sobre a junção de arte e vida
O chato é que a junção de arte e vida deu vida, entendeu? Quer dizer a arte que ficou parecida com a vida e não a vida parecida com a arte
Aí isso foi um apequenamento, em vez de um engrandecimento. Quer dizer, a gente precisa lembrar hoje em dia que a arte é diferente da vida, que é legal da arte que ela seja diferente da vida.
Especialmente a arte brasileira que está nessa tecla infindável, do que vem do grande Helio Oiticica e da grande Lygia Clark e dos outros, mas que deu uma coisa dominante, tétrica, como se o Sérgio Camargo, o Amílcar, o Volpi fossem caretas. Quer dizer... Como se fossem artistas menores, enfim, uma coisa muito louca...
E como se o Hélio não tivesse as cores que tem, não tivesse os elementos formais que tem, fosse alguém que diluiu...
Teve um cara que quando pegou fogo, um maluco lá de São Paulo, na Folha de São Paulo, escreveu assim que era realmente a realização do conceito dele porque afinal
cada um faria o seu parangolé, entendeu? Maluco!"
em entrevista http://www.youtube.com/watch?v=PDSO6QlNEMQ
Nuno Ramos sobre a arte e o museu
É um pouco frágil demais você, diante do mundo atual onde o Hélio Oiticica vale 1 milhão de dólares, onde o que ele precisa é de uma institucionalização bem feita, de uma catalogação bem feita, de catálogos, de exposição, etc., você ficar lamentando que a negatividade dele não esteja lá.
Quer dizer, eu adoro ir a Inhotim aqui e ver aquela praça dele. Agora, claro, aquilo está numa praça, no contexto duma coleção, uma coisa toda engessada.
Quer dizer, eu acho que o poder de negação do Helio ainda é vivo. Mas ele é vivo passando por uma mediação que ele mesmo não supunha, e isso está lá.
Quem supunha era aquele chato do Marcel Duchamp. Esse foi um cara que entendeu isso cedo, que entendeu que: “Ô Picasso, tem um negocio chamado museu aí e tal”.
Quer dizer, ele entendeu isso em 1912, com o primeiro ready-made. está bom.
Agora isso é um lado, quer dizer, também ficar repetindo essa Boutade não dá nada, e o Duchamp sem o Grande vidro, que não tem nada a ver com isso, era um artista menor. Quer dizer, o grande vidro é uma obra de imaginação poderosa, que abriu um capítulo novo na arte moderna e etc, etc, etc. (...)
Então isso é um preço d`a gente estar vendo o Hélio, um preço daquilo estar legal, daquilo estar bem exposto, daquilo ser acessível.
Eu acho que cada um fazer o seu parangolé está bom. Eu nunca vou ter saco de fazer o meu parangolé, mas até aí ele não teria nada contra, faça.
Agora é óbvio que a tensão de você ver um parangolé é um negocio que é insubstituível, lógico que não é a mesma coisa que eu fazer o meu, isso é um absurdo.
É totalmente maluco, eu vi aquilo, lembro quando eu tinha vinte e poucos anos, na Galeria São Paulo teve uma exposição dos parangolés, uma coisa importantíssima para mim, decisiva para mim, num contexto careta, galeria, o que for.
Além do que, ele expôs na pièce do MAM, ele, ele expôs na White Chapel. O Helio.
Ele também não foi refratário ao discurso institucional, ele não expôs no morro da Mangueira, entendeu? Não é verdade. Ele expôs no MAM, quer dizer...por contraste baixaram aqueles caras e fizeram.
Agora esse contraste a rede Globo dominou, tem a Globo no meio. Se você pegar os caras da Mangueira e puser no MAM, a globo já filmou isso no horário das 8. Acabou, não tem mais, quer dizer, já foi, não podemos ficar...
Quando o Gerald Thomas mostra a bunda, só ele não notou que queriam que ele mostrasse a bunda que aquele texto já foi dado a ele. O público pedia, ninguém ficou mal com ele baixar a calça, entendeu?
Quer dizer, essa relação entre arte e público já deu muita volta. Não tem mais jeito de voltar para uma coisa de contraste entre a obra de arte e o mundo que havia nos anos 60."
Em entrevista http://www.youtube.com/watch?v=PDSO6QlNEMQ
10 abril 2010
08 abril 2010
maconha-etanol
não há manchetes sobre isso .
07 abril 2010
06 abril 2010
mensagem da correspondente amazonica
03 abril 2010
01 abril 2010
Essa coisa de ficar acreditando que temos que caminhar para uma elevação é linda, mas é improvável. Dentro do Homem cabem tantas coisas malucas. E é tão difícil juntar todos os Homens num lugar só chamado sociedade. Óbvio que vai sair treta. Óbvio que vai sair festa. Óbvio que vai dar em sexo e com ele um mundo hiperpopuloso. Óbvio que vai ter inveja, medo, solidão. É natural, entende? O nosso lado meio bicho e o outro lado meio ser civilizado ficam brigando um com o outro o tempo todo. Dentro de mim eles fazem uma festa! Deitam e rolam. Civilizadinha X Selvagenzinha. Quem ganha quem perde, aí depende do dia, dos hormônios, da estação do ano. É preciso aceitar que somos luz e trevas, dor e delícia, horror e maravilha, sempre. E isso não é monstruoso. É humano.
31 março 2010
Vênus.
28 março 2010
novomundo-a-revelia
como podem perceber nosso blog está em reformas e está se tranformando em um site...
estamos fazendo de tudo para deixá-lo o mais dinâmico o possível.
(para sugestões envie email para: mundoarevelia@gmail.com)
27 março 2010
26 março 2010
Aquilo sempre volta. Que em verdade nunca sai. De mim. Em sua companhia. Essa insuportável verdade que me atravessa. Vivo assim leviana. Simulo que não escuto vejo sinto ouço respiro. Porque sua presença é demais para mim. Então só a loucura com sua plenitude de morte faz ser. Ser. Sempre volta quando menos se distrai da ilusão, cotidianamente me faz. Ilusão. Anos e nada. Espero resposta barata. Filosofia de esquina. Antes esquina. Agora nada, simples assim, NADA. Supra ilusão. Eu fosso mundo. Ainda tempo espaço e espasmo. Músculos ossos e vazio. Eu e eu vazio. E a verdade que não me deixa, deixa livre de ser, da existência que não passa.
Não sei o porquê, se encerra assim. Cíclico, vício. Vício, cíclico. E de novo novo ovo nasce de mim, brota em mim o vício o torpor o copo cheio vazio vazio cheio. O gozo desejado em participar do universo embevecido ser alegre como animal que descansa sem tempo passado ficando atrás de nós. O nós vai envelhecendo o outros fruto da vida que se faz carne. Óbvio olulante e até cansativo, mas cada suspiro uma alma toda plena que nasce do absoluto. AMOR.










