27 fevereiro 2010

O mundo todo feito de vaga-lumes desviados da rota original
do amor perdido ao pedaço de pão sobre a mesa
todos temos um tempo para afogar-se
o amor pedindo perdão
coragem de doer

23 fevereiro 2010

cursos no sesc pompeia !

ATENÇAO

hoje e amanhã são os dias para se inscrever nos cursos de criatividade do sesc pompéia [post de FEV de 2010] !
hoje é odia de quem tem a carteirinha do sesc
amanha é o dia de quem não tem a carteirinha!

 eu aconselho o curso de gravura em metal... que vou fazer denovo esse ano! mas tem varios outros... fotografia, xilogravura, pintura, sei lá o que mais...

ó o que ta no site do sesc, desconsidere o que escrevi a cima, esse abaixo ta mais completo:

CURSOS REGULARES 1º SEMESTRE 2010 - OFICINAS DE CRIATIVIDADE E INTERNET LIVRE 0
SESC Pompeia

Inscrições: Dia 23/02 para comerciários nos cursos de Fotografia, Gravura, Pintura, Desenho e Aquarela. Dia 24/02 para usuários e interessados em geral nos cursos de Fotografia, Gravura, Pintura, Desenho e Aquarela. Dia 25/02 para comerciários nos cursos de Cerâmica, Tecelagem, Animação e Modelagem 3D. Dia 26/02 para usuários e interessados em geral nos cursos de Cerâmica, Tecelagem, Animação e Modelagem 3D. Devido ao número restrito de vagas será permitida apenas uma inscrição por pessoa.


 

JARAGUÁ, SINAIS, MANCHAS E SOMBRAS — Gravura em Metal (água-forte, água-tinta) — 46 X 59 cm —  1979. de Evandro Carlos Jardim. professor do curso do sesc!!

22 fevereiro 2010

Back to sampa!

Salve salve minha gente!
Muitos revelianos já estão de volta à terra da enchente!
Aguardem por muitas novidades!
E vamo que vamo!

20 fevereiro 2010

johncage_ 'a year from monday'

A     Chinaman
                                              (Kwang-tse
    tells)
                                          went     to
  sleep

                  and     dreamt
                            he     was
                                 a     butterfly.



          Later,                               when
he     awoke,

                                          he     asked
   himself,

                                       “Am     I     a
  butterfly

                         dreaming
                              that     I     am
                                            a      man?”

30 janeiro 2010

Não queria essa ressaca. Esse gosto de cigarro fumado na boca. Esse dormir quando os outros acordam. Não queria que ele a achasse só gostosa. Mas não queria muito mais do que isso, porque muito mais do que isso não daria certo ser. Queria sair pela rua mas sentia sono ressaca e gosto de cigarro fumado na boca. Acendeu um cigarro de frente para a tela em branco que a encarava, sombria. Sorriu. Fumou. Pensou. Lembrou da noite. Lembrou da noite. Por tantas e tantas vezes naquele dia tudo o que tinha feito era lembrar da noite. Ele assim. Ela na parede. Assim. Difícil não ficar pensando depois. O hoje quase ainda não tinha existido de tanta lembrança forte que o ontem tinha deixado. Resolveu dormir um pouco mais. Preciso ficar quieta. Mas a quietude não gosta dela. A quietude a massacra. A queitude grita no interior do seu ouvido um pagode na rua bem alto que atravessa o vidro da janela do seu quarto. Seu quarto não é imune ao ruído. Ninguém é.

27 janeiro 2010

mensagem do sato - ívios e prazer

Recebi esse email do grande SATO ja faz mais de um mes e, como estive por fora dos emails nesses tempos, só o li agora. Acho que ainda ta em tempo de publicá-lo aqui, em meio a esses dilúvios e enquanto a galera se guarda pra quando o carnaval chegar:

Amigos bons

2009. Ano após ano escrevo alguma parada no fim de ano. Talvez pra acobertar erros futuros ou prazeres passados. Sempre ter em mente. Passar. Livrar a cara. Mandar um basta. Tanto faz. Hoje é quase amanhã e tenho que começar de alguma forma. O fim de ano foi trevas. E no final, nem tanto, nem tanto. O dramaturgo levou 4 tiros, enfrentou a cidade furiosa e permaneceu. Provavelmente mais forte, porém, diferente. O casal perfeito provou a sua inexistência e passou dias nos tribunais do trânsito, antes de ensinar a filha que precisa olhar pros dois lados antes de atravessar. Estão diferentes, mas provavelmente mais fortes. Eu perdi uma grande amiga, sem me despedir, chorar em velas ou recortar fotos de jornal. Perdi e sei que perdi mais ainda, pois não a tinha mais. A distância em cidade grande triplica em dias de chuva. E o celular, quando não toca? E a mensagem quando a gente não manda? A gente depende tanto e reclama mais ainda, mas se conforta no perigo do desleixo. Afinal, a cidade grande faz barulho, a luz faz barulho, o silêncio faz barulho. Precisamos de mais apagões por ano, pra silenciar de verdade e parar de vibrar em repouso.
Eu já acho normal tanta coisa absurda. Todo moleque que vem me pedir grana no farol, acho normal. Acho normal nem procurar nos bolsos alguma moeda. Aquela gente triste que se aborrece depois que acontece alguma tragédia na porta de casa, acho normal. Acho normal não me sensibilizar pela sorte
alheia. A vizinhança que, em berros, desautoriza as leis democráticas de condominio em varais do hall social, acho normal. Acho normal se algum estampido surdo de um tapa ecoar pelos andares abaixo. Tanto nego, que na hora agá, na hora do vamos ver, se esconde no muro dos fundos, acho normal.
Acho normal que tudo é desculpa pra evolução da tolerância. E o que é absurdo afinal?
Temos que aquietar. Tudo é tão veloz e passageiro, o que fica? Temos que aquietar. Reconquistar os dias de descanso, rede, sono e sonho. Acordar por minutos, talvez horas. Acordar vendo a manhã virar dia. Temos que aquietar. Sentir a falta, saber do despreparo, do impróprio. Entender os limites do entendimento. Querer a despedida. Procurar a memoria tranquila e pendurar as fotografias. Temos que aquietar. Perceber os pequenos milagres cotidianos. Dar importância. Receber o recado. Deixar vingar apenas a serenidade. Em pratos quentes. E quando se aquieta assim, não digo pra aceitar a derrota ou
subir em cima do muro ou se tornar um arredio velho rabugento. Quando a nossa alma aquieta, estamos muito mais fortes pra enfrentar os dissabores, as dívidas mal-pagas, os atrasos da incoveniência. Libertos pra revolucionar a vizinhança com idéias mirabolantes, livros novos e gargalhadas afiadas. Alívio. E se alívio é prazer, já tá tudo certo. Além do prazer, precisamos de que afinal?
Prazer, mano, prazer. Tão simples como diferenciar novamente o que é normal e o que é absurdo. E o que é bom e ruim nisso. E o que queremos de verdade da normalidade e do absurdo. Na verdade. Só isso. A todos, silêncio. Aquietar um pouco pra, enfim, barulhar em fogos de artifício. Barulhar o alívio, barulhar o prazer. Isso em 2010 pra sempre.
Beijo a todos. Sato

23 janeiro 2010

BaiãobrasileirO



O homem que engarrafava nuvens, dirigido por Lírio Ferreira o documentário conta a história de Humberto Teixeira.

Indico aos que ficaram estão chegarão à terra da garoa (que está mais para terra do dilúvio...).

Viva!

08 janeiro 2010

Os viajantes do mundo à revelia, à revelia foram-se para longe, buscar quem mora longe, em terras baianas se encontram e deixaram o blog à revelia, ao Deus dará. E se Deus não dá, ó negos? Como é que vai ficar, o blog? Aqui tento preenchê-lo de letras paulistas, direto de uma mente alerta em centro de são paulo, cidade que suga, que foi só eu chegar pra tudo começar de uma vez só. E Adeus mar, Adeus mangue, Adeus porvinhas, vento bom, noite quente de pessoas quentes dançando e cantando a todo vapor. Aproveitem, Revelianos. E voltem cehois de palavras com sotaque baiano, pra dar só um gostinho aos nossos leitores famintos!

19 dezembro 2009

Chega

Estou só. Em Natal. No meio do Rio Grande do Norte, do calor, das praias, das pessoas magníficas, dos sertões. Aqui. Mas já estou farta daqui. Me tirem daqui. Quero voltar pra minha cidade cinza de carros e palavrões nos muros, quero o chuvisco, a fumaça, a noite. Quero a noite! Aqui tem noite também. Tem de noite e de dia. Mas aqui de noite não é como a minha cidade de noite. Ah não, não é mesmo. Aqui tem o Buraco da Catita que é o máximo, mas acaba cedo. E esse calor que me derrete os miolos. E esse calor... e esse calor...
Eu não fui feita para o calor assim como não fui feita para o dia, fui feita na minha cidade e é pra lá que eu quero ir. E me cansei daqui desta pousada que não é minha casa. Deste sol na telha. Desta piscina falsa. Destas praias tão lindas e tão cheias. Não quero nem ir à praia neste meu último dia. Não quero fazer nada. Só esperar a hora de ir embora.

17 dezembro 2009

O Lamento da Imperatriz



Die Klage der Kaiserin
(O Lamento da Imperatriz) é o primeiro filme de Pina Bausch desenvolvido com sua companhia, o Wuppertal Theatre of Dance. Filmado em Wuppertal, Alemanha, entre 1987 e 89. Foi construído com a mesma estrutura de sua dança-teatro, ou seja, como colagem. É expressivo e simbólico. Para mim, dentre tantas coisas, fala sobre o que é ser mulher. A feminilidade e os papéis sociais entrelaçados à alienação de viver e ao nonsense cotidiano.

16 dezembro 2009

* RAUSCHENBERG


* RAUSCHENBERG
Originally uploaded by Daniel Scandurra

Ultimatum

A todos em Copenhague, e fora dele.



Ouça antes de ler!

Mandado de despejo aos mandarins da Europa! Fora.
Fora tu, Anatole-France, Epicuro de farmacopeia-homeopática, ténia-Jaurès do Ancien-Régime, salada de Renan-Flaubert em louça do século dezassete, falsificada!
Fora tu, Maurice-Barrès, feminista da Acção, Chateaubriand de paredes nuas, alcoviteiro de palco da pátria de cartaz, bolor da Lorena, algibebe dos mortos dos outros, vestindo do seu comércio!
Fora tu, Bourget das almas, lamparineiro das partículas alheias, psicólogo de tampa de brasão, reles snob plebeu, sublinhando a régua de lascas os mandamentos da lei da Igreja!
Fora tu, mercadoria Kipling, homem-prático do verso, imperialista das sucatas, épico para Majuba e Colenso, Empire-Day do calão das fardas, tramp-steamer da baixa imortalidade!
Fora! Fora!
Fora tu, George-Bernard-Shaw, vegetariano do paradoxo, charlatão da sinceridade,
tumor frio do ibsenismo, arranjista da intelectualidade inesperada, Kilkenny-Cat de
ti próprio, Irish-Melody calvinista com letra da Origem-das-Espécies!
Fora tu, H. G. Wells, ideativo de gesso, saca-rolhas de papelão para a garrafa da Complexidade!
Fora tu, G. K. Chesterton, cristianismo para uso de prestidigitadores, barril de cerveja ao pé do altar, adiposidade da dialéctica cockney com o horror ao sabão influindo na limpeza dos raciocínios!
Fora tu, Yeats da céltica-bruma à roda de poste sem indicações, saco de podres que veio à praia do naufrágio do simbolismo inglês!
Fora! Fora!
Fora tu, Rapagnetta-Annunzio, banalidade em caracteres gregos, «D. Juan em Pathmos» (solo de trombone)!
E tu, Maeterlinck, fogão do Mistério apagado!
E tu Loti, sopa salgada fria!
E finalmente tu, Rostand-tand-tand-tand-tand-tand-tand-tand!
Fora! Fora! Fora!
E se houver outros que faltem, procurem-nos por aí pra um canto!
Tirem isso tudo da minha frente!
Fora com isso tudo! Fora!


Ai! que fazes tu na celebridade, Guilherme-Segundo da Alemanha, canhoto maneta do braço esquerdo, Bismarck sem tampa a estorvar o lume?!
Quem és tu, tu da juba socialista, David-Lloyd-George, bobo de barrete frígio feito de Union Jacks?!
E tu, Venizelos, fatia de Péricles com manteiga, caída no chão de manteiga para baixo?
E tu, qualquer outro, todos os outros, açorda Briand-Dato. Boselli da incompetência ante os factos todos os estadistas pão-de-guerra que datam de muito antes da guerra! Todos! todos! todos! Lixo, cisco, choldra provinciana, safardanagem intelectual!
E todos os chefes de estado, incompetentes ao léu, barris de lixo virados para baixo à porta da Insuficiência da Época!
Tirem isso tudo da minha frente!
Arranjem feixes de palha e ponham-nos a fingir gente que seja outra!
Tudo daqui para fora! Tudo daqui para fora!
Ultimatum a eles todos, e a todos os outros que sejam como eles todos!
Senão querem sair, fiquem e lavem-se.
Falência geral de tudo por causa de todos!
Falência geral de todos por causa de tudo!
Falência dos povos e dos destinos — falência total!
Desfile das nações para o meu Desprezo!
Tu, ambição italiana, cão de colo chamado César!
Tu, «esforço francês», galo depenado com a pele pintada de penas! (Não lhe dêem muita corda senão parte-se!)
Tu, organização britânica, com Kitchener no fundo do mar mesmo desde o princípio da guerra!
(It 's a long, long way to Tipperary and a jolly sight longer way to Berlin!)
Tu, cultura alemã, Esparta podre com azeite de cristismo e vinagre de
nietzschização, colmeia de lata, transbordamento imperialóide de servilismo engatado!
Tu, Áustria-súbdita, mistura de sub-raças, batente de porta tipo K!
Tu, Von Bélgica, heróica à força, limpa a mão à parede que foste!
Tu, escravatura russa, Europa de malaios, libertação de mola desoprimida porque se partiu!
Tu, «imperialismo» espanhol, salero em política, com toureiros de sambenito nas almas ao voltar da esquina e qualidades guerreiras enterradas em Marrocos!
Tu, Estados Unidos da América, síntese-bastardia da baixa-Europa, alho da açorda transatlântica nasal do modernismo inestético!
E tu, Portugal-centavos, resto da Monarquia a apodrecer República, extremaunção-enxovalho da Desgraça, colaboração artificial na guerra com vergonhas naturais em África!
E tu, Brasil, «república irmã», blague de Pedro-Álvares-Cabral, que nem te queria descobrir!
Ponham-me um pano por cima de tudo isso!
Fechem-me isso à chave e deitem a chave fora!
Onde estão os antigos, as forças, os homens, os guias, os guardas?
Vão aos cemitérios, que hoje são só nomes nas lápides!
Agora a filosofia é o ter morrido Fouillée!
Agora a arte é o ter ficado Rodin!
Agora a literatura é Barrès significar!
Agora a crítica é haver bestas que não chamam besta ao Bourget!
Agora a política é a degeneração gordurosa da organização da incompetência!
Agora a religião é o catolicismo militante dos taberneiros da fé, o entusiasmo
cozinha-francesa dos Maurras de razão-descascada, é a espectaculite dos pragmatistas cristãos, dos intuicionistas católicos, dos ritualistas nirvânicos, angariadores de anúncios para Deus!
Agora é a guerra, jogo do empurra do lado de cá e jogo de porta do lado de lá!
Sufoco de ter só isto à minha volta!
Deixem-me respirar!
Abram todas as janelas!
Abram mais janelas do que todas as janelas que há no mundo!

Álvaro de Campos

15 dezembro 2009

Violeta à revelia


A violeta é introvertida e sua introspecção é profunda. Dizem que se esconde por modéstia. Não é. Esconde-se para poder captar o próprio segredo. Seu quase-não-perfume é glória abafada mas exige da gente que o busque. Não grita nunca o seu perfume. Violeta diz levezas que não se podem dizer.


Clarice L.

14 dezembro 2009

A porta estava aberta, foi entrando devagar e decidiu-se sentar. Agora me olhavam de soslaio e não procurei mais um esconder-me por de dentro. Ousei abrir delicadamente qualquer perna fazendo um gesto distinto – para algum que me calhava aos lábios. Sempre existe o que suporte a traição. Acostumei-me a ser discreta e a cumprir o mesmo movimento. Talvez, esta noite o seco perfuraria a terceira dimensão e estaríamos livres. É: um dia me disseram que ele viveria o sangramento. E os olhos bem concisos então se manifestaram sem a cerimônia do acaso, mas a do destino. Com mãos trêmulas de ossos grandes procurou se acudir em um rosto que o atravessasse entre nós e o chão. Como aquilo que chamamos de crosta. Ele ligado por um fio que era eu, tanto o fazia quem o foi – mas a realidade plena entre sensações inexistentes para cada corpo convém sempre às mãos frias.

11 dezembro 2009

Arnaldo!

Apesar de gostarmos tanto do Arnaldo nunca pusemos nada dele.
Então aí vai clipe do último cd dele que está excelente!

alguem tem slides eou sabe como fazer slides?

descobri que tenho uma máquina de slides.

08 dezembro 2009

c.asas


Poéticos sentimentos transitórios

Concepção, captação de imagens, edição e dança: Luciana Bortoletto Música: Phillip Glass

Créditos ao Lucas pela ajuda para colocar o videozinho no blog!

La Bomba de Tiempo

'
CRISE NOS VESTIBULARES DE TODO O PAÍS!

Será o começo do fim desse sistema retardado de seleção?

Será que com isso eles (eles? quem são eles? e nós?) vão perceber que esse método tem que mudar urgentemente pra um mais democrático, mais acessível, menos apartante, menos intimidante, onde a educação não apareça como um bicho de sete cabeças inalcançável, como ela é para a maioria da população brasileira?

Será que teríamos a humildade de olhar com consideração para o nosso vizinho que possui um sistema que, se não é o melhor do mundo, pelo menos funciona de verdade ha vinte e cinco anos e abre as portas do ensino pro seu povo, ao invés de desestimulá-lo?

Será que alguém tem a intenção de manter essa porra altamente regressiva e frenante (e arcaica, e BURRA) por muito tempo ainda?

Ou será que vamos ter que estimular o boicote a essa instituição fragilíssima, aproveitando a onda, pra que as pessoas caiam na real?


p.s É óbvio que o imenso tumor que temos na nossa educação não curaria com uma (não simples) mudança no sistema de ingresso ao ensino superior, mas com certeza seria um passo importantíssimo, mais ainda se não fosse o primeiro.

07 dezembro 2009

Cajuína

Não lembro quem me contou que essa música foi escrita quando Caetano soube que um fã seu morrera acidentado quando vinha lhe ofertar uma flor.



Para mim uma das músicas mais bonitas que há.

Pus essa com a Cibelle, pra variar um pouco e porque é bem boa também.

04 dezembro 2009



naná e o miltão com uns gringos...
caramba marcus miller!!

até o sax fica legal algumas horas