05 maio 2010

De uma antiga carta de amor

... mas nós, exaustos, dormimos sem nos apartar de todo, um ainda dentro do outro, um sono merecido, dádiva dos deuses, néctar de flor sevilhana ou das colinas catalãs e todo o seu verde e sal.
Um coração que se abre pela ibéria e se espalha no deserto deixando rastros indeléveis nos trópicos tristonhos e eternamente saudosos, gratos e abertos à navegação, ao vínculo, à serenidade e à paz do amor.

Um comentário:

... disse...

e...continuam sendo poucos os que sabem que o amor é a mais prazerosa paz.....

mundo complicado nos caminhos até se reencontrar no horizonte amplo de um carinho.

mas vamos que vamos

anita